...Deve lembrar do que eu disse e publiquei quanto aos seus olhos que tanto
mexem comigo e quebram qualquer gelo. EU aqui no escuro do quarto dele, pensando nele, sentindo cheiros e sensações, me afogando em desejos e em
momentos - presente.
Me desvanecendo de passado que só me dá saudade, mas que não sinto a menor falta - exceto por algumas coisas.
Me olhando no espelho vi os reflexos das minhas atitudes, dos meus entendimentos e do que eu fui capaz de deixar evadir.
Eu não quero que ninguém mais preste atenção nele. Mas dá até vontade de me blasonar
demasiadamente (Está bem, vai, só olhem [/risos]).
Havia um menino, internamente cansado, e o cansação transbordava pelos poros minimamente. Talvez por isso ele parecesse tão calmo e estivesse se tratando com tanta parcimônia quanto ao resto do mundo: às diversões, às obrigações, às pequenas "mágicas" de cada dia, e até ao que se TEM que explicitar: ele mesmo.
O sábado só tinha uma novidade de manhã e à noite eu me deitava agindo em expectativas.
"Penso, logo existo": É aqui que paro para mim. Feliz.
É todo o calor que eu não tive e queria,
é todo o calor que eu queria dar e ainda mais.
Eu me choco.
É toda a sedução que ficava contida e é dada deliberada e consequentemente prazerosa.
É todo o brilho que eu tenho e talvez mais cintilante.
O meu não se dava todo pois empecilhos haviam. Talvez uma peneira.
Aquele que se incitava mas não conseguia acender de verdade.
Estou cursando brilhar sem ter medo de cegar.
Estou cursando sorrir sem ter medo de chorar.
Estou cursando me abrir sem ter medo de quebrar.
Estou fazendo tudo aqui, pra me fixar.
...todo aqui e sem medo realmente de amar.


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