domingo, 13 de março de 2011

   Não tenho mais medo de dormir fora de casa.
   Despertou em mim consciência do "se" vou relaxar, ciente dos meus pensamentos, da convicção e pra quem os dedico. Relaxar.
   Certo que ninguém é imune ao manto de tristeza que nos cobre de tempos em tempos
ou por algo pequeno.
   Manto esse que parece muito denso, e que eu imagino ter a cor de verde-musgo pagando a conta quase vencida pela cólera e as outra sensações.
   Manto esse que oscila como um morro, que eu imagino quando as pessoas caem e ficam naquela de areia movediça com uma descida, ou subida no fundo - se tiver fundo.
   Até hoje tive certeza de que ele esteve aqui desde o dia 8.01.11 e minha pretensão é ascensão. Só isso, porque o resto é consequência.
   Uma montanha que só sobe...
   Que não hajam escoriações e que eu não possa cair - quase impossível, mas vale muito sonhar e tentar, e para se passar ou para terminar temos de ao menos começar - que a montanha não dobre e passe a descer e quando ela se estabilizar que esteja no maior patamar que se puder(não dado pela gente) e que se mantenha em linha reta. Minha felicidade se faz essencialmente de você, e a palavra que eu estava procurando há algum tempo não é "importante" porque isso você se tornou com o tempo.
   A princípio eu tinha a idéia: "irei torná-lo importante para mim. Valerá."
...está valendo!
   A palavra que encontrei é "especial".
   Viage quando lhe disser: __________________________(prefiro não escrever)! ...não explicarei muito.
   A pontinha de mistério também é válida.
   Me ame, mas esteja aqui para me mostrar, para me fazer sentir, para me dizer o quanto somos nossos e não para me desejar felicidade. Faça-a como agora.


quinta-feira, 10 de março de 2011

...Ele só chegou andando devagar e se aproximou. Eu pensei: Agora sim!
...Deve lembrar do que eu disse e publiquei quanto aos seus olhos que tanto
 mexem comigo e quebram qualquer gelo. EU aqui no escuro do quarto dele,
pensando nele, sentindo  cheiros e sensações, me afogando em desejos e em
momentos - presente.
   Me desvanecendo de passado que só me dá saudade, mas que não sinto a menor falta - exceto por algumas coisas.
   Me olhando no espelho vi os reflexos das minhas atitudes, dos meus entendimentos e do que eu fui capaz de deixar evadir.
   Eu não quero que ninguém mais preste atenção nele. Mas dá até vontade de me blasonar
demasiadamente (Está bem, vai, só olhem [/risos]).



   Havia um menino, internamente cansado, e o cansação transbordava pelos poros minimamente. Talvez por isso ele parecesse tão calmo e estivesse se tratando com tanta parcimônia quanto ao resto do mundo: às diversões, às obrigações, às pequenas "mágicas" de cada dia, e até ao que se TEM que explicitar: ele mesmo.
   O sábado só tinha uma novidade de manhã e à noite eu me deitava agindo em expectativas.
"Penso, logo existo": É aqui que paro para mim. Feliz.



   É todo o calor que eu não tive e queria,
é todo o calor que eu queria dar e ainda mais.
Eu me choco.
   É toda a sedução que ficava contida e é dada deliberada e consequentemente prazerosa.
   É todo o brilho que eu tenho e talvez mais cintilante.
   O meu não se dava todo pois empecilhos haviam. Talvez uma peneira.
   Aquele que se incitava mas não conseguia acender de verdade.
   Estou cursando brilhar sem ter medo de cegar.
   Estou cursando sorrir sem ter medo de chorar.
   Estou cursando me abrir sem ter medo de quebrar.
   Estou fazendo tudo aqui, pra me fixar.
...todo aqui e sem medo realmente de amar.